
Hoje pela manhã, ao me levantar, olhei pela janela e lá estava você. Linda, até então não havia visto nada igual. O orvalho, que escorria sobre suas pétalas, refletia a luz do sol, te dando mais vida. Uma beleza pura, que se destacava entre as muitas outras ao seu redor.
Saí do meu quarto, desci as escadas, até chegar ao jardim. De longe já podia sentir seu perfume. Abaixei-me para observar-te bem de perto. Era, de fato, a própria descrição da perfeição! Não encontraria, jamais, flor mais bela em qualquer outro jardim.
Tentei te tirar do meio das outras, quando percebi que tinha algo errado. Sentia como se agulhas rasgassem a minha pele. Eram espinhos, muitos espinhos! Mas não me importei afinal precisava te levar para mim, te ter, poder te tocar todas as manhãs. Não me contentaria em apenas te olhar de tão longe. E, enquanto mais eu lutava para te tirar daquele jardim, mais eu me feria. E, junto com as minhas feridas, você ficava cada vez mais murcha, perdia o brilho, perdia as forças.
Foi quando me toquei que, por mais que eu tentasse, por maior que fosse a minha luta, por maior que fosse meu esforço, de nada adiantaria, pois pouco dependia de mim. Era você quem não queria sair dali. Era você quem não podia sair dali.
Vc tinha razão...gostei ainda mais desse!!
ResponderExcluirAtrás desses óculos...bate um coração de poeta!!
rs!
Nooooossa, jane filosofou agora! Momento Tarcísio... auahsoaiu
ResponderExcluirMas, de fato, lindooo! (=
Meu amigo, você se superou mais uma vez.
ResponderExcluirEste ficou mais lindo que o primeiro.
Como já te disse e aqui repito, não pode sufocar este seu potencial, pecisa deixar brilhar o poeta que há em você.
Parabéns!
Catarina